terça-feira, 12 de novembro de 2013

Contar histórias é um elemento curador

Todos nós temos direito à visão que se esconde por detrás dos muros da vida.
Dois homens estavam internados num pequeno quarto de um hospital. Havia uma janela neste quarto que dava para o lado de fora. Um deles tinha permissão para sentar-se por uma hora durante as tardes. Sua cama ficava ao lado da janela. O outro tinha que passar o tempo deitado e imobilizado. Todas as tardes, quando o primeiro se sentava, passava o tempo dizendo em voz alta o que via lá fora. O outro esperava ansiosamente por este momento pois ouvia a descrição de um parque onde havia um lago com cisnes, crianças atirando pipoca para as aves e jovens namorados caminhando entre árvores e flores. Ele ouvia o companheiro e se deliciava. Era uma verdadeira fonte de ânimo e esperança. Os dias se passaram e a saúde do fulano que se sentava à cama se agravou. Ele faleceu. Logo que pareceu apropriado, o outro pediu aos enfermeiros que o colocassem na cama junto à janela pois seria maravilhoso poder ver com os próprios olhos o que até então só imaginava. Apoiando-se com dificuldade sobre o cotovelo e sentindo muita dor, conseguiu enfim olhar através da janela. Sua surpresa foi estonteante. Ele constatou que havia apenas uma parede de tijolos e nada mais – nem lago, nem crianças, nem cisnes. Foi então que conectou-se à fabulosa lição que o colega de quarto lhe deixara. A vida é aquilo em que nós a tornamos. Os fatos são sempre objetivos. Mas o significado de cada um depende da nossa interpretação. Neste momento, quantas indivíduos encaram sua vida ou empresa como um inferno, quando outros desejariam estar em seu lugar para construir algo útil e lucrativo? Afora da janela daquele quarto de hospital havia uma parede, sim. Mas o falecido paciente criava descrições daquilo que ele era capaz de ver além da parede. Assim, gerava para si e para o colega pensamentos fortes e positivos. Todos nós temos direito à visão que se esconde por detrás dos muros da vida. Mas para que as tenhamos é preciso o esforço da alegria e do contentamento. Sem isso, somos pobres e cegos para sempre! ABRAHAM SHAPIRO "Contar histórias é um elemento curador" diz: Frederico Fernandes. poeta - professor da UEL-Londrina-Pr. VIVA BEM: Conte histórias que geram cura!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O AMOR É PARA SEMPRE, ELE NUNCA MORRE


Amor nunca Morre 

Digamos que você está passando por um momento difícil e de sofrimento, sente-se desnorteado e pesaroso. Talvez tenha sofrido uma perda ou esteja passando por grandes mudanças na vida, a ponto de questionar como vai conseguir seguir adiante. O que deve fazer? Todos conhecemos as soluções espirituais: orar, ler a Palavra e recorrer a Deus. Invocar Sua ajuda em situações de desespero deve ser sempre nossa primeira linha de ação.

No entanto, às vezes, quando estamos em meio a problemas e nos sentindo perdidos, mal conseguimos acreditar que Deus vai nos ouvir. O Senhor entende e não nos condena por isso. Na verdade, sabe que é nessas ocasiões que mais precisamos dEle. Por isso, mesmo sendo difícil acreditar que Ele vá atender, é importante clamar a Ele e invocar o Seu nome. Não temos nada a perder e tudo a ganhar.

Deus nos oferece não só a força que o Seu Espírito nos dá por meio de nossas orações e da voz da Palavra, mas também outros meios para nos fortalecer fisicamente e manter nossa estabilidade emocional nesses períodos difíceis.

É possível adotar certas medidas físicas (amplamente reconhecidas por muitos profissionais da área de saúde emocional e mental), quando se está depressivo, sofrendo dores crônicas, passando por um período de perdas, etc. —coisas como se abrir para amigos e familiares, dedicar tempo para relaxar, fazer exercícios físicos adequados, manter uma dieta saudável, dormir o suficiente, abster-se de bebidas alcoólicas, cafeína, drogas, etc. e limitar o tempo na frente da televisão. Tudo isso contribui para reduzir o nível de estresse físico e emocional, ajuda a ter a mente mais clara para lidar com as dificuldades, torna o corpo mais capaz de acumular força e energia.

Há muitos conselhos úteis sobre esse assunto de diversas fontes. Contudo, existe um meio para a cura que chama muito a minha atenção e que com frequência nas extensas pesquisas científicas sobre desânimo extremo, uma condição humana muito comum. Na verdade, talvez seja algo que você já tenha o hábito de fazer e o que me parece excepcional na prática é que beneficia não apenas que a adota, mas também os demais.

Refiro-me ao simples ato de dar, de todas as maneiras que lhe seja possível. Sabe-se que isso melhora a saúde mental, emocional e física de formas mensuráveis e, às vezes, profundas.

Diversas instituições conduziram estudos sobre o assunto, entre elas o National Institutes of Health (Instituto Nacional de Saúde), a Faculdade de Administração de Empresas de Harvarde a Universidade da Califórnia em Berkeley, e seus relatos podem ser encontrados em publicações científicas como o Proceedings of the National Academy of Science. Um desses estudos revela que a região do cérebro estimulada pela prática da generosidade é a mesma que é ativada por outros tipos de estímulo, como o prazer sexual, a gratificação monetária, uma boa refeição e exercícios físicos, dentre outros. Contribuir de alguma forma para ajudar as pessoas libera endorfina no cérebro, um hormônio que causa sensação de bem-estar, colabora para uma melhor convivência social e aumenta o senso de pertencimento.

Segundo outra pesquisa, estender a mão a outros que também estejam sofrendo traz benefícios importantes para quem pratica a boa ação. Isso se verificou em pessoas padecendo de diferentes males, inclusive depressão, dores crônicas e AIDS. “Quando os humanos ajudam os outros, independentemente de uma condição compartilhada, vivem mais e são mais felizes.” —explica a pesquisadora.

Em um outro estudo, Paul Arnstein, do Boston College, e seus colegas avaliaram os efeitos do trabalho voluntário em pacientes com dores crônicas. A pesquisa mostrou que depois da ação solidária havia uma redução progressiva das dores, da depressão e de outros quadros.

Uma pesquisadora descobriu resultados inesperados em seu estudo envolvendo pessoas com esclerose múltipla, que fizeram telefonemas para animar outras com o mesmo problema. O contato foi benéfico para aqueles receberam as ligações, mas ainda mais proveitoso para os que telefonaram para escutar alguém enfrentando a mesma adversidade. O relatório destaca que os que ofereceram o apoio apresentaram uma melhora significativa na qualidade de vida, muitas vezes superior à que se observou entre os que foram ajudados.

Quando um trabalho científico confirma princípios que conhecemos bem e aprendemos em nossa vida com o Senhor, serve de testemunho para os que ainda não conhecem as verdades da Bíblia. É maravilhoso ver essas confirmações em pesquisas e estudos, pois oferecem uma boa maneira de apresentar os princípios da fé àqueles para quem testemunhamos.

Deixar a nossa zona de conforto para ajudar, encorajar ou apoiar alguém talvez seja a última coisa que desejemos fazer quando não nos sentimos bem fisicamente, mas é uma maneira de transformar uma experiência negativa em algo positivo, inclusive para nós mesmos. O princípio de ajudar os outros como uma forma para superar provações, perdas e dificuldades em todas as áreas da vida.

domingo, 2 de dezembro de 2012

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Proclamação da República - 15-novembro (feriado)

INTRODUÇÃO A regime monárquico existiu no Brasil entre os anos de 1822 a 1889. Neste período o país teve dois imperadores: D. Pedro I e D. Pedro II. CAUSAS - Crise e desgaste da Monarquia - o sistema monárquico não correspondia mais aos anseios da população e às necessidades sociais que estava em processo. Um sistema em que houvesse mais liberdades econômicas, mais democracia e menos autoritarismo era desejado por grande parte da população urbana do país. - Forte interferência de D. Pedro II nas questões religiosas, que provocou atritos com a Igreja Católica. - Censura imposta pelo regime monárquico aos militares. O descontentamento dos militares brasileiros também ocorria em função dos rumores de corrupção existentes na corte. - Classe média e profissionais liberais desejavam mais liberdade política, por isso muitos aderiram ao movimento republicano, que defendia o fim da Monarquia e implantação da República. - Falta de apoio da elite agrária ao regime monárquico, pois seus integrantes queriam mais poder político. - Fortalecimento do movimento republicano, principalmente nas grandes cidades do Sudeste A PROCLAMAÇÃO Na capital brasileira (cidade do Rio de Janeiro) em 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe militar que derrubou a Monarquia e instaurou a República Federativa e Presidencialista no Brasil. No mesmo dia foi instaurado o governo provisório em que o Marechal Deodoro da Fonseca assumiu a presidência da República. Fonte: História do Brasil